terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Song of Hope



Bem, este poema está um pouco diferente dos outros, talvez porque o estado em que o escrevi não foi tão "constante" como de costume. Tive 2 alturas de "explosão de energia" e outras mais "normais", o que fez com que este poema talvez tenha ficado mais difícil de perceber e menos "organizado" que o costume. Também muito por esse motivo gostei muito mais do meu anterior, mas há partes neste com as quais estou muito contente anyway, simplesmente acho que uma inspiração mais "constante" teria dado pra ficar melhor no geral. Ok, ainda não estou a 100%, dá pra notar, mas pra lá caminho and that's what matters.


Este poema é dedicado à Natureza, como outros antes, e à voz da Natureza que nos guia mesmo nos tempos mais negreos e difíceis, e foi motivado por um grande grande dia em que comecei a recuperar daquela que foi provavelmente a minha "fase mais negra". O poema teve então uma fase de "explosão de energia" que começou antes de eu o começar a escrever e acabou pelo fim da 2ª quadra", e mais tarde outra que começou na 6ª quadra e acabou entre o 2º e 3º verso da nona quadra.

As quadras 6 e 7 ficaram marcadas por uma "circulação de vida" tão grande que eu nem reparava bem no que escrevia, nem me importava, simplesmente confiava no que sentia, e parece que resultou :D.


Anyway, para acabar, essas "explosões de energia" tiveram 2 motivos:

1 - A memória desse dia a que o poema se refere

2 - Uma bela música que podem ouvir aqui: http://www.youtube.com/watch?v=5xM03Aqcu0I
(com um video que encaixa no poema e tudo :D)




The world was empty, a threatening void
Shades of gray haunted my fragile soul
The once inner flame was now dead and cold
Glory turned to ruin, heaven decayed in hell

I wandered the world in a hopeless quest
Breathing doom and my own decay
Yelling, chained, for the heaven lost
As the last shards of hope slowly faded away

Until the day had finally come
The day when everything dies
Last spark of light before my eyes
The greatest ritual had been done

In my darkest days, when I was lost
And inner fears had taken over
Nature's voice put them to rest
And blessed me with a song of hope

A song of hope in hopeless times
Beautiful and magical as life
Feeding the wolf that never fades
Spiritual haven to keep us safe

Eternal hope that guides us all
Protect us, don't let us fall
Eternal love and life inside
Cast those evil fears aside

Eternal voice that saved my soul
I'll answer your beautiful song
With the purest one that sings along
The voice of a wolf's deepest howl

I'll protect your beautiful song
And the elven bards that sang along
In Your perfect tune, beyond all art
To whom I dedicate my heart

Thank you for looking after me
Blessing me with your song of hope
For teaching my soul how to see
Releasing me from the darkest cave

For Your soul I'll sing in the purest tune
The howl of a wolf, the strongest art
So deep, so mystic, strong and pure
Forever howling within, Wolfheart.

2 Comentários:

Blogger Sosai Wakasaki disse...

por acaso gostei do poema... um pouco grande mas lesse bem...pore claro k prefiro o outroxD...O outro e tipo um awakeningXD

Este curti a ligaçao a natureza, akela cena de começares com darkness mas dps acaberes com hope teve genial


E ta-me a parecer k andas viciado na cradel of forest e tas mesmo ansioso para wolf's rain!XD bem bou maze dormir!

6 de fevereiro de 2008 às 04:40  
Blogger Lifebringer disse...

Sim, o outro é o outro, esse é dos meus preferidos de sempre :D.

O contraste entre o início e o fim por acaso é coisa que costumo fazer nos meus "poemas de recuperação". Funciona quase como uma introdução I suppose :D.

E sim, a Cradel of Forest é o poder. Wolf's Rain também deve ser o poder, mas o termo "Wolfheart" já faz parte do meu "dicionário" há um tempo :D.

P.S: Também não me fazia mal dormir

6 de fevereiro de 2008 às 04:45  

Enviar um comentário

Subscrever Enviar feedback [Atom]

<< Página inicial